Informe da Ancine confirma ótimo desempenho do cinema brasileiro em 2013

16 de janeiro de 2014

Economia



Informe da Ancine confirma ótimo desempenho do cinema brasileiro em 2013
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-16/informe-da-ancine-confirma-otimo-desempenho-do-cinema-brasileiro-em-2013
Jan 16th 2014, 19:52


Paulo Virgilio

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O ano de 2013 foi um dos melhores para o cinema brasileiro nas últimas décadas, com 127 longas-metragens lançados em circuito comercial, 27,8 milhões de espectadores e uma geração de renda da ordem de R$ 296 milhões. Os dados constam do informe preliminar divulgado hoje (16) pela Superintendência de Acompanhamento de Mercado da Agência Nacional de Cinema (Ancine). O documento foi elaborado a partir de números fornecidos pelas empresas distribuidoras registradas no órgão, abrangendo as 52 semanas do ano passado.
De acordo com o levantamento, a participação de público dos filmes nacionais, em 2013, foi 18,6%, em relação ao total de espectadores. Dez produções nacionais ultrapassaram a marca de 1 milhão de ingressos vendidos e 24 tiveram mais de 100 mil espectadores, contra 17 em 2012.
Ao todo, somando os títulos nacionais e estrangeiros, o mercado exibidor brasileiro consolidou em 2013 o crescimento contínuo que vem observando nos últimos cinco anos. Foram 149,5 milhões de ingressos vendidos e renda de mais de R$ 1,7 bilhão.
O informe da Ancine mostra ainda que as distribuidoras brasileiras foram responsáveis por 85,8% do público dos filmes nacionais exibidos no período. Uma delas, o consórcio Paris/Downtown, fez a comercialização de nove das 20 maiores bilheterias nacionais de 2013.
O parque exibidor também apresentou crescimento, pelo quarto ano consecutivo, encerrando o ano com 2.679 salas. As regiões que registraram maior aumento no número de salas foram o Nordeste, com 14,3%, e Centro-Oeste, com 13,1%. Entre 2009 e 2013, o índice de habitantes por sala de cinema caiu de 91,7 mil para 75 mil.

Edição: Aécio Amado
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Diretora do Bird se reúne com Secretário de Assunos Internacionais do Ministério da Fazenda

Economia



Diretora do Bird se reúne com Secretário de Assunos Internacionais do Ministério da Fazenda
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Jan 16th 2014, 13:58


Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A diretora do Banco Mundial para o Brasil (Bird), Deborah Wetzel, esteve hoje (16) com o Secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Carlos Márcio Bicalho Cozendey. A assessoria do Bird informou que a visita foi de rotina, mas serviu também para tratar de assuntos como os convênios do banco com o Brasil e agenda para 2014, entre outros temas ligados à economia.
Existe muita expectativa sobre a recuperação econômica global ante a crise inciada em 2008 e que ainda tem trazido incertezas ao mundo. Neste mês, as atenções estão voltadas para Davos, na Suíça, onde, na próxima semana, será realizado o Fórum Econômico Mundial, com a possível participação da presidenta Dilma Rousseff e outras autoridades econômicas do Brasil, incluindo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.
No cargo desde 2012, antes de ser diretora, Wetzel foi chefe de equipe do Banco Mundial, em Washington. Anteriormente, atuou como diretora do Setor Público e de Governo da Rede de Redução da Pobreza e Gestão Econômica (PREM- sigla em Inglês), direcionando o trabalho da instituição sobre os regimes fiscais, gastos do governo, descentralização, reforma e fortalecimento, governança do setor público e combate à corrupção.
Deborah Wetzel iniciou a carreira no Banco Mundial em 1986 como consultora e, depois, no Programa de Jovens Profissionais, em 1993. Durante este período, também trabalhou na Europa Central e Oriental, na África Ocidental, Zâmbia, em Gana, na Hungria, Ucrânia, no Vietnã, na Rússia e em ex-repúblicas soviéticas.

Edição: Denise Griesinger

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Atualizada - CNI recomenda acordos para evitar dupla tributação e incentivar investimentos no exterior

Economia



Atualizada - CNI recomenda acordos para evitar dupla tributação e incentivar investimentos no exterior
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Jan 16th 2014, 12:26

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Brasil deveria fechar acordos para evitar dupla tributação com países como os Estados Unidos, a Colômbia, Austrália, Alemanha e o Reino Unido, a fim de estimular investimentos de empresas no exterior. Essa é uma das recomendações da Confederação Nacional da Indústria (CNI) no Relatório dos Investimentos Brasileiros no Exterior 2013, divulgado hoje (16).
A CNI também recomenda a eliminação da insegurança jurídica do modelo brasileiro de tributação dos lucros obtidos no exterior e a negociação de acordos de proteção aos investimentos para reduzir riscos políticos com países como a Argentina, China, o México, Moçambique e Angola.
Para a CNI, também seria importante ampliar o apoio da diplomacia brasileira às empresas no exterior. A confederação sugere que seja criada uma agência do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em Londres e que seja ampliada a atuação da Câmara do Comércio Exterior (Camex), para coordenar políticas de facilitação dos investimentos fora do país.
De acordo com a CNI, a participação do Brasil nos estoques de investimentos no mundo está se reduzindo. Essa participação caiu de 1,96%, em 1990, para 0,99%, em 2012, ano em que os investimentos do país no exterior ficaram em US$ 266,2 bilhões.
Nesse período, outras economias emergentes aumentaram os estoques de investimentos. A China, por exemplo, aumentou de 0,21%, em 1990, para 2,16%, em 2012. A Rússia saiu de zero para 1,75% e o Chile, de 0,1% para 0,41%, nesse período. A participação de todos os países em desenvolvimento no estoque global subiu de 6,92% para 18,9%.
A CNI lembra que no ranking dos principais investidores mundiais da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), o Brasil perdeu 159 posições entre 2008 e 2012. Nesses quatro anos, o país saiu da 20ª posição para a 179ª, na lista com 182 países.
Para a CNI, as empresas que não fazem investimentos no exterior reduzem a produtividade e as exportações, perdem acesso à mão de obra qualificada, à tecnologia e à inovação. "O investimento lá fora traz ampliação de mercado, novos parceiros, novos produtos e uma produtividade maior, um conhecimento maior da técnicas que poderiam favorecer o investimento lá fora mas aqui dentro também", disse o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi.
O estudo da CNI foi feito com base em pesquisa a 28 empresas transnacionais brasileiras, que representam cerca de um terço do total das exportações do país em 2012. A maioria (22 empresas) é do setor industrial.
Edição: Graça Adjuto

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Camex aplica direito antidumping a importações de pneus para automóveis

Economia



Camex aplica direito antidumping a importações de pneus para automóveis
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Jan 16th 2014, 11:31

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Diário Oficial da União publicou hoje (16) resolução da Câmara de Comércio Exterior (Camex) que permite a aplicação do direito antidumping definitivo, por um prazo de até cinco anos, às importações brasileiras de pneus novos de borracha para automóveis de passageiros, de construção radial, das séries 65 e 70, aros 13 e 14 e de bandas 165, 175 e 185, originárias da Coreia, Tailândia, Taipé e Ucrânia.
O dumping, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), é a prática de exportar um produto a preço inferior ao praticado no mercado interno do país exportador com o objetivo de conquistar mercados ou dar vazão a excessos de produção. Essa prática é condenada pela Organização Mundial do Comércio (OMC), que regulamenta o "uso de direitos antidumping – ou seja, a aplicação de uma taxa equivalente (ou inferior) à margem de dumping que venha a ser apurada nas importações".
Sendo assim, os importadores não estão proibidos de trazer o produto para o Brasil mas terão que fazer uma correção, com uma "taxa equivalente à margem antidumping, nos preços em dólar por cada quilo, que pode variar de US$ 0,14 a US$ 2,56.
A medida é uma reivindicação da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip) que protocolou, em dezembro de 2011, pedido de investigação no Ministério da Indústria e Comércio Exterior das exportações consideradas desleais desses países para o Brasil de pneus para automóveis. Desde então, o governo brasileiro vinha investigando o assunto.
Veja abaixo a tabela da Camex:

Edição: Talita Cavalcante
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CNI recomenda acordos para evitar dupla tributação e incentivar investimentos no exterior

Economia



CNI recomenda acordos para evitar dupla tributação e incentivar investimentos no exterior
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Jan 16th 2014, 11:45

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Brasil deveria fechar acordos para evitar dupla tributação com países como os Estados Unidos, a Colômbia, Austrália, Alemanha e o Reino Unido, a fim de estimular investimentos de empresas no exterior. Essa é uma das recomendações da Confederação Nacional da Indústria (CNI) no Relatório dos Investimentos Brasileiros no Exterior 2013, divulgado hoje (16).
A CNI também recomenda a eliminação da insegurança jurídica do modelo brasileiro de tributação dos lucros obtidos no exterior e a negociação de acordos de proteção aos investimentos para reduzir riscos políticos com países como a Argentina, China, o México, Moçambique e Angola.
De acordo com a CNI, a participação do Brasil nos estoques de investimentos no mundo está se reduzindo. Essa participação caiu de 1,96%, em 1990, para 0,99%, em 2012, ano em que os investimentos do país no exterior ficaram em US$ 266,2 bilhões.
Nesse período, outras economias emergentes aumentaram os estoques de investimentos. A China, por exemplo, aumentou de 0,21%, em 1990, para 2,16%, em 2012. A Rússia saiu de zero para 1,75% e o Chile, de 0,1% para 0,41%, nesse período. A participação de todos os países em desenvolvimento no estoque global subiu de 6,92% para 18,9%.
A CNI lembra que no ranking dos principais investidores mundiais da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), o Brasil perdeu 159 posições entre 2008 e 2012. Nesses quatro anos, o país saiu da 20ª posição para a 179ª, na lista com 182 países.
Para a CNI, as empresas que não fazem investimentos no exterior reduzem a produtividade e as exportações, perdem acesso à mão de obra qualificada, à tecnologia e à inovação.
Edição: Graça Adjuto
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Inflação avança nas principais capitais do país

Economia



Inflação avança nas principais capitais do país
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Jan 16th 2014, 09:10

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) atingiu 0,85% na segunda prévia de janeiro, taxa que é 0,12 ponto percentual (p.p.) maior do que a variação medida na primeira prévia de janeiro (0,73%). Cinco dos oito grupos pesquisados tiveram acréscimos, com destaque para educação, leitura e recreação, que teve alta de 2,32% ante 1,03%.
A pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que a maior pressão foi constatada nos cursos formais, com os preços reajustados, em média, em 4,71% ante 1,41%.
Em despesas diversas, a taxa subiu de 0,7% para 1,18%, ainda sob influência dos cigarros que ficaram 2,35% mais caros ante uma elevação de 1,26%. No grupo alimentação, o índice teve ligeira alta, passando de 1,04% para 1,08%, puxado pelas refeições fora de casa com alta de 0,86%. Em habitação,, a taxa oscilou em 0,47% ante 0,43% e entre as principais elevações de preços nesse grupo estão os equipamentos eletrônicos (de 0,17% para 0,35).
Embora o Grupo Comunicação tenha indicado queda de 0,03%, o movimento é de retomada de aumento de preços, já que na pesquisa passada, o índice havia recuado 0,10%. Nesse caso, o que ocorreu foi uma recuperação de preços nos pacotes de telefonia fixa e internet. Em média, a cobrança por esses serviços indica queda de 0,32%, mas na primeira prévia de janeiro, custava 0,86% menos do que no fechamento de dezembro.
Dois grupos apresentaram decréscimos: transportes (de 1,16% para 1,12%) com a acomodação de preços da gasolina (de 3,2% para 2,3%) e vestuário (de 0,37% para 0,18%).
Já em saúde e cuidados pessoais, foi mantida a mesma variação da primeira prévia - 0,47%. Ao mesmo tempo em que ocorreu um aumento no valor das consultas médicas (de 0,39% para 1,34%), diminuiu o ritmo de elevação no segmento dos artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,4% para 0,3%).
Os cinco itens que mais contribuíram para a inflação nesse período, do último dia 7 de janeiro ao dia 15, foram: gasolina (de 3,2% para 2,3%); curso de ensino superior (de 0,96% para 4,28%); refeições em bares e restaurantes (de 0,57% para 0,68%); aluguel residencial (de 1,07% para 0,98%) e curso de ensino fundamental (de 1,7% para 5,16%).
Edição: Graça Adjuto
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Vendas no comércio varejista crescem 0,7% entre outubro e novembro, diz IBGE

Economia



Vendas no comércio varejista crescem 0,7% entre outubro e novembro, diz IBGE
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Jan 16th 2014, 09:32

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – As vendas no comércio varejista cresceram 0,7% na passagem de outubro para novembro de 2013. Essa é a nona alta consecutiva do indicador. O crescimento da receita nominal foi de 1,1%, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação de novembro de 2013 com o mesmo período do ano anterior, as altas foram 7% no volume de vendas e 13,8% na receita nominal. No acumulado do ano, houve incremento de 4,3% no volume e 12% na receita, enquanto no acumulado de 12 meses, os crescimentos foram 4,4% e 11,9%.
Na passagem de outubro para novembro, o volume de vendas cresceu em sete dos oito segmentos do comércio varejista. A exceção foi o setor de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, que teve queda de 2,1%.
As maiores altas foram observadas nos setores de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (1,6%), móveis e eletrodomésticos (1,5%) e tecidos, vestuário e calçados (1,5%). Também tiveram crescimento os segmentos de combustíveis e lubrificantes (1,1%), supermercados, alimentos e bebidas (1,1%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,7%) e livros, jornais, revistas e papelaria (0,6%).
Considerando também os segmentos de veículos e peças e de materiais de construção, o chamado varejo ampliado, o crescimento total do volume de vendas foi 1,3%. Os veículos, motos, partes e peças tiveram alta de 2,5%, enquanto as vendas dos materiais de construção cresceram 0,5%.
Edição: Denise Griesinger

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