Melhora a confiança do empresário, diz CNI

23 de junho de 2019

#Economia


O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) alcançou 56,9 pontos em junho. A alta de 0,4 ponto em relação a maio interrompe uma série de quatro quedas consecutivas do indicador, que está 2,4 pontos acima da média histórica (54,5 pontos). As informações são da pesquisa divulgada hoje (19) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Os indicadores do ICEI variam de zero a cem pontos. Quando estão acima dos 50 pontos indicam empresários confiantes.

Segundo a CNI, o índice deste mês é 7,3 pontos superior ao de junho do ano passado, quando o otimismo dos empresários foi fortemente afetado pela greve dos caminhoneiros.

De acordo com a pesquisa, o otimismo é maior nas grandes empresas, segmento em que o índice de confiança de junho ficou estável em 57,6 pontos. Nas médias, o índice subiu um ponto em relação a maio e alcançou 56,7 pontos. Nas pequenas, o índice cresceu 0,7 ponto e ficou em 55,8 pontos.

Esta edição do foi feita entre 3 e 12 de junho, com 2.400 empresas. Dessas, 940 são pequenas, 898 são médias e 562 são de grande porte.


Matéria: Agência Brasil
     

Banco Central mantém juros básicos no menor nível da história

Taxa Selic ficou em 6,5% ao ano pela décima vez seguida

Pela décima vez seguida, o Banco Central (BC) não alterou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 6,5% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Com a decisão de hoje (19), a Selic continua no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018.

Em comunicado, o Copom informou que está monitorando a economia brasileira. A nota dz que o Banco Central só deve voltar a reduzir os juros após o avanço ou a aprovação de reformas que reduzam os gastos públicos, como a da Previdência. “O comitê ressalta ainda que a percepção de continuidade da agenda de reformas afeta as expectativas e projeções macroeconômicas correntes. Em particular, o comitê julga que avanços concretos nessa agenda são fundamentais para consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva”, destacou.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em maio, o indicador fechou em 4,66% no acumulado de 12 meses. Depois de vários meses de alta no início do ano, o índice desacelerou em maio, atingindo o menor resultado para o mês desde 2006.

Para 2019, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabeleceu meta de inflação de 4,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não poderá superar 5,75% neste ano nem ficar abaixo de 2,75%. A meta para 2020 foi fixada em 4%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Inflação

No Relatório de Inflação divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA encerrará 2019 em 3,9% e continuará baixo até 2021. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,84%.

Crédito mais barato

A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica. No último Relatório de Inflação, o BC projetava expansão da economia de 2% para este ano. Segundo o boletim Focus, os analistas econômicos preveem crescimento de 0,93% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2019.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.


Matéria: Agência Brasil



Ibovespa registra recorde ao ultrapassar 102 mil pontos

Bolsa teve alta de 1,70% em relação a quarta-feira

O Ibovespa, principal indicador de desempenho das ações negociadas na B3, antiga Bovespa, registrou recorde nesta sexta-feira (21) ao bater 102.012 pontos. Isso representa alta de 1,70% em relação ao pregão anterior.

O otimismo do mercado segue desde o fechamento do último pregão, na quarta-feira (19), quando o Ibovespa também bateu recorde ao alcançar 100.303 pontos.

O dólar fechou a R$ 3,825, com queda de 0,56%.


Matéria: Agência Brasil

Abertura de novas empresas passa de 1,2 milhão, mas traz concorrência predatória ao mercado, afirma analista

13 de junho de 2019

Com os níveis de desocupação aumentando em cerca de 0,5% em relação ao trimestre anterior, de acordo com dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (13,2 milhões de pessoas desocupadas), desemprego, mudanças na legislação trabalhista e renda baixa, o brasileiro vem adotando a postura empreendedora que, há alguns anos, o amedrontava.

Segundo o Empresômetro, empresa brasileira de inteligência de mercado, até maio, o país fechou o ano com mais de 1,2 milhão de novos empreendimentos.

“O crescimento nos primeiros cinco meses do ano foi estável, com pouca variação, o que demonstra a atuação do perfil empreendedor do brasileiro, algo que nunca havia sido imaginado como alternativa”, diz o CEO do Empresômetro, Otávio Amaral.

As atividades econômicas que mais abriram não mudaram, são aquelas essenciais na vida moderna e que têm afinidade com a maioria das pessoas.
“São lojas de roupas, salões, lanchonetes e serviços de entrega de comida, além da construção civil. São negócios que impulsionam o mercado empreendedor, além de serviços que podem ser prestados com pouco treinamento e que, geralmente, têm um retorno imediato”, afirma Amaral.

De acordo com o levantamento do Empresômetroo maior número de abertura de novos negócios foi no setor varejista de roupas, seguido por serviços de cabeleireiros, promoção de vendas, obras em alvenaria e lanchonetes.


ATIVIDADE – REF. MAIO DE 2019

4781400 - COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS
14186
9602501 - CABELEIREIROS
12296
7319002 - PROMOÇÃO DE VENDAS
9682
4399103 - OBRAS DE ALVENARIA
8745
5611203 - LANCHONETES, CASAS DE CHÁ, DE SUCOS E SIMILARES
6461

Uma boa notícia para o mercado, mas uma não tão boa para o empresário de negócios tradicionais. Com essa concorrência aumentando, grandes empresas como as que trabalham com obras e manutenção de casas e prédios estão tendo que inovar para não serem deixadas para trás e engolidos pelos novos empreendedores.

São reduções de preços, incrementação dos serviços, demissões, marketing mais agressivo, além do medo de ser colocado para fora do mercado.
“Com custos maiores, toda a expertise de anos desses tradicionais negócios pode ser um empecilho; com a concorrência aumentando, mas como estão começando e querem ‘fazer nome no mercado’, oferecem mais serviços por preços menores, quebrando grandes concorrentes”, esclarece Amaral.

A economia ainda instável, taxas de desocupação e desemprego em elevação, e vendo como saída o auto emprego e o próprio negócio, o brasileiro busca alternativas que possam trazer uma renda maior para dentro de casa, além da satisfação pessoal com suas atividades.

“Acreditamos que até o final do ano, esses segmentos, que estão em franco crescimento, devem seguir essa linha de ascensão, no entanto, em breve, o mercado poderá apresentar uma saturação desse tipo de serviço e profissional, o que fará com que esse novo empresário busque alternativas diante da concorrência, ou que volte ao mercado formal como empregado”, conclui Amaral.


Matéria: Agência Descomplica
Imagem: Divulgação
    

Brasil tem geração positiva de empregos no primeiro trimestre de 2019

25 de abril de 2019

Efeito positivo creditado a Fevereiro, confirma continuidade da trajetória positiva de 2018, após modernização da legislação trabalhista.


Os resultados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) para o primeiro trimestre de 2019 apontaram tendência de retomada gradual da economia, com geração de empregos, uma vez que no acumulado do período de janeiro a março, houve saldo positivo de 179.543 vagas. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (24) pela Secretaria de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

Apesar do mês de março ter apresentado índice negativo, foi constatado que também houve crescimento nos últimos 12 meses, com a criação de 472.117 postos de trabalho, um aumento de 1,24% em relação ao mesmo mês do ano anterior.




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